Mayara era uma menina tímida
resguardada em si. Afinal de contas a idade de 18 anos a faziam uma menina /
mulher muito dona de si, mas ainda a experimentar o mundo. Namorava mas era
contida nos gestos de amor carnal. Ainda experimentava a sua sexualidade.
O convite surgiu por parte de um
casal amigo. Um fim-de-semana junto ao mar. Uma oportunidade de conhecer novos
lugares e até conhecer melhor o namorado de curta data.
No primeiro dia aproveitaram o
belo dia de praia. Deu para deixar alguma marquinha do bikini. Meio tímida mas
já dá para ver. Um dia em grande. Dava para entender a química entre os dois
casais.
Depois de chegarem da praia, Mayara
rapidamente tomou o banho rápido se vestiu uma blusa bem leve e fina sobre a
pele, e um calção bem curto que deixava parte da sua nádega firme á mão de
semear.
- Vou lá acima ao quarto deles
chamá-los e digo-lhes que já estás no bar. Aporto que a Diana ainda se está a aprumar
toda. – E sorriu com ar de gozo.
Numa breve brisa deixou o quarto
com o seu cheiro e seguiu.
Bateu á porta e Ricardo abriu a
porta já despachado.
- Olha Mayara está aqui vou
andando para o bar do hotel e pedir uma mesa, não demores. – E saiu.
- Olha M estou mesmo a acabar o
banho entra e fica a vontade.
Mayara não resistiu e espreitou
para a casa de banho ela estava de costas com o rabo ensaboado. Um rabo bem
empinadinho.
Foi directa para a varanda. As
luzes estavam apagadas para evitar a acumulação de bichinhos. Encostou-se no
corrimão e corou quando se apercebeu que bem no prédio em frente, um casal se
perdia em actos carnais, sem que se apercebe-se da sua presença.
A princípio pensou em virar a
cara e fazer de conta que não via mas a tentação foi demasiado tentadora.
Podia ver muito bem o que se
passava. Começa a sentir um calor que a invade. Bem debaixo da sua roupa a pele
transpira de tesão. Esfrega as pernas, tentando de alguma forma encontrar
prazer friccionando o seu sexo.
Estava em êxtase, com tão simples
movimento do seu corpo. ´
- Mas o que se passa aqui? – Ouviu
ela de Diana que estava mesmo atrás dela.
Tentou disfarçar mas Diana
percebeu o que se passava.
-Gostas do que estas a ver? Não
achas injusto? Eles terem prazer e tu apenas tesão.
E mete a mão direita mesmo por
cima dos calções sobre a sua coninha bem quente e húmida.
Mayara estremeceu, e delirou mais
ainda depois de sentir que a mão esquerda de Diana entrava pela camisa e a
acariciava os peitos bem erectos de tanta excitação.
- A mim não me parece bem . Acho
que temos de resolver isto. – Diana metia agora as mãos aos botões dos calções
e desapertados facilmente caiam até aos pés de Mayara. Depois puxoou a tanga mesmo até aos pés.
- Mas rapariga. Estás fogosa.
Quase que me comes a mão entre as tuas pernas. – meteu dois dedos e brincou
rebolando o rabo de Mayara contra si. – Deixa-me esfregar esse grelinho nos
meus dedos molhados.
Mayara, não respondia
verbalmente. Verbalmente o melhor que conseguia era soltar gemidos de prazer. Teve
de se agarrar no corrimão porque estava a ficar sem força nas pernas.
- Espera senta-te aqui. – Indicou
Diana a mesa que se encontrava no canto. Quero lamber-te essa coninha bem
molhada.
Deitou-a sobre a mesa, sentou-se
na cadeira e tomou o aperitivo antes do jantar. Ficou com a cara bem lambuzada
enquanto lambia e chupava a coninha de Mayara.
Mais solta Mayara , tocava o seu clítoris
bem túrgido de tesão.
Vamos, quero que te venhas na
minha boca. Vem dá-me o teu mel.
Num grito/gemido nada contido
chega ao êxtase. E estremece ao simples toque de língua de Diana.
Bem menina, és fogo. Tenho os
lábios a ferver. Acho melhor passares o corpo por água ou levas o cheiro da tua
tesão atrás e não passarás despercebida.
-Acho que nos vamos dar muito bem
– Diana levantou.se e entraram no quarto. Era possível ver escorrer também de
tesão entre as pernas.
Passaram rapidamente o corpo por água
fria para acalmar a taquicardia e seguiram para o jantar. Olhares indiscretos e
cumplicidade de duas amigas e amantes.
O inicio de uma bela amizade...
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