Prova-me tu

Já se tinha passado parte da manhã e absorvidos pelas suas tarefas, os dois colegas não se tinham ainda encontrado. Já perto da hora de almoço, já o escritório parecia mais deserto, afinal de contas muitos já tinham saído para almoço.

Ele tentou contacta-la na sua sala, mas em vão. Não havia resposta. Entre um e outro telefonema, sente a necessidade de ir fazer umas cópias de um qualquer documento.

 - Pensado bem, talvez até nem fosse mesmo necessário, mas assim sempre vou ver se a encontro. A sala ficava no fundo do corredor.

 Ao chegar lá ficou desapontado pelo fato de não a ter encontrado. Teria de se contentar com a fotocópia. Estava de costas para a porta concentrado no que fazia , quando se sentiu apertado contra a fotocopiadora.

 - Agora quem manda sou eu. –

Sentiu-lhe o perfume de, que com uma mão apertava o seu membro e com a outra mão o segurava pelo cabelo. Ela sentiu-o logo crescer na sua mão. E ele colocou a mão por baixo do vestido e sentiu que ela estava ainda mais quente que no primeiro encontro.

 - Ui mas tu estás bem molhada. Isso é tudo tesão. - Dizia ele enquanto ela o tentava domar. A algum custo, e convenhamos, porque ele quis ela deixou-o de joelhos mesmo diante dela. Puxou a saia para cima e sentou-se numa mesa de apoio com as pernas abertas e com a mão ainda a controlar a sua cabeça forçou-o a lambe-la toda. Facilmente ficou com a boca toda lambuzada, sentia tesão a esfregara sua cara na tesão dela. Bem despida brilhava de bem molhadinha que se encontrava.

 - Lambe bem gostoso. Prova-me tu agora.

 Escorria de prazer e ele sentia contrair de tesão. Escorria até ao buraquinho apertado , nem vermelho. Lambeu bem na entrada do ânus e ela delirou. Então num gesto repentino ela afastou. E ele ficou caído no chão a olhá-la debaixo.

 - Temos hora e meia de almoço, vamos até um sítio mais calmo. Não me quero ter de chegar a casa e aliviar-me sozinha. Anda levanta-te.. . . Agora quem manda sou eu ….

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