Prova-te . . .
Já á muito tempo que se comiam apenas no olhar.
Sentiam um tesão enorme que transpirava nas suas conversas. Coravam mas nenhum dos dois se deixava levar pelo desejo.
Possuído pelo desejo, ele diz:
- Um dia destes não perdoou, e depois quero ver se és assim. . . louca.
- Basta quereres e sou o que quiseres.
E os dias foram passando, até que ele não resistiu e na véspera via mensagem escrita para o telemóvel:
-" Amanhã leva saia, de manha não me falas. . . Obedeces". Escreveu ele.
No dia seguinte já ele estava no gabinete e ela bate-lhe a porta. Entrou devagar.
Ele sorriu, e logo a debruçou sobre a mesa.
Levantou a saia e lambeu -lhe as nádegas. e ela estremeceu de tesão.
Virou-a para ficar na sua frente e colocou a sua mão debaixo da saia. Num gesto ficou com os dedos bem molhados, ela estava sem cuecas.
- Que tesão, está a deixar-me doido e ainda agora é de manhã. Prova-te.
E meteu os dedos molhados na boca quente dela. Ofegante estremeceu mais ainda de tesão.
Podes ir . . . Não perdes pela demora
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E tu não demores a contar o resto da história....
ResponderEliminarBeijos molhados