Desceram em elevadores separados. Ele foi na frente e esperava no carro. Ela seguia logo depois. Encontraram-se na garagem e saíram juntos. O motel ficava a pouco mais de 10 minutos de distância. Ele não perdeu tempo e logo colocou uma mão sobre as pernas , ela consentiu. Olharam-se e ela sorri. Para não perder tempo ele foi subindo, na mesma medida em que a temperatura subia na sua mão.
- Isso é tudo vontade? – Perguntou ela enquanto apalpava terreno nas calças dele.
– Ui mas como tu já estás isso é tudo vontade. Ora deixa cã ver.
Com um pouco de ginástica, abre o fecho das calças e puxa o seu pénis já erecto. Como uma espada apontava para o alto. Ela tira o cinto e cai de boca. Estremeceu de tesão, estava a deixa-lo louco.
Ele sentia a boca dela estava toma-lo quase por completo. Sentia escorregar dentro dela. O calor ela imenso e sentia a humidade da boca dela escorrer até aos testículos. De vez em quando ela parava e lambia apenas a cabeça bem vermelha do seu membro quase a explodir. Chegaram ao hotel e ela não fazia tensões de parar. A muito custo e contrariado ele teve de a empurrar.
- Tens de parar. Quero muito mais que a tua boca.
Num salto estavam fora do carro e a caminho da tentação. . .
Voltarei para te ler mais vezes,...
ResponderEliminarGostei imenso!
ResponderEliminarmas que otimo aperitivo...
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